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Medical terminology is language that is used to accurately describe the human body and associated components, conditions, processes and process in a science-based manner. Some examples are: R.I.C.E., trapezius, and dorsi. It is to be used in the medical and nursing fields.
terça, 26 julho 2016 00:00

FRACTURAS DA TÍBIA

terça, 26 julho 2016 00:00

LESÕES DA CARTILAGEM

terça, 26 julho 2016 00:00

FRACTURAS DA RÓTULA

A rótula é um osso sesamóide. Ela é recoberto interiormente com cartilagem que se articula com a face anterior do fémur, permitindo um deslizamento otimizado durante a flexão e a extensão do joelho.

 

patela

 

O polo superior da rótula do joelho está conectado aos músculos anteriores da coxa (vastos e recto femoral) pelo tendão quadricipital. O polo inferior está conectado á tíbia (tuberosidade tibial) pelo tendão rotuliano. Esta disposição tem o efeito de multiplicação da ação do músculos quadricipitais ( "alavanca") com objectivo funcional de extensão da perna.

 

 

As fracturas da rótula ocorrem na maioria dos casos, após um impacto ou traumatismo direto, sobre a rótula por queda ou através de uma contração violenta do quadricípete, associada a flexão da perna.

Os sinais clínicos incluem dor marcada, incapacidade para mobilizar o joelho (sobretudo para esticar a perna) e inchaço no joelho causadas por hemorragias na articulação.

O Raio-X é o exame de eleição para confirmar o diagnóstico clínico.

Existem vários padrões de fractura, que enquanto especialista do Joelho, me permitem decidir, o tratamento mais favorável (conservador ou cirúrgico) com vista a obtenção dos melhores resultados para os doentes que recorrem a nossa unidade.

A fractura pode ser simples (dois fragmentos) com linha de fractura vertical ou horizontal.

 

Por vezes em fracturas muito fragmentadas e complexas, existe necessidade de realizar um TAC para identificar especificamente todos os fragmentos da fratura para elaborar uma plano pormenorizado, sobre modelo computedorizado pré operatório de reconstrução anatómica da rótula. Como de um Puzzle se tratasse.

https://medical.toshiba.com/promo/aquilion-prime/images/gallery/patella-fracture-01.gif

 

 A Ressonância Magnética podá ter importância quando necessito de avaliar se existe algum dano na cartilagem de revestimento, que possa necessitar de um gesto cirúrgica complementar sobre a cartilagem.

terça, 26 julho 2016 00:00

PRÓTESE UNICOMPARTIMENTAL DO JOELHO

terça, 26 julho 2016 00:00

PRÓTESE TOTAL DO JOELHO

PRÓTESE TOTAL DO JOELHO

 

 

 

• Intervenção

Este procedimento cirúrgico envolve a substituição das superfícies articulares do joelho desgastadas, por um implante artificial que reproduz as superfícies articulares, permitindo restaurar um novo espaço articular para que o joelho permita uma nova função nos 3 planos de movimentos.

A peça femoral do é produzida em aço inoxidável, que se encontra colocado na extremidade inferior do fêmur. O implante tibial que é fixado na tíbia, também é de metal, interpondo se entre estes dois componentes metálicos, uma espessura de "plástico" (polietileno altamente reticulado) que permite o deslizamento das 2 superfícies metálicas, quando o joelho é fletido e estendido. Na maioria dos casos também substituo a superfície articular da rótula, por um implante 'plástico', de forma a permitir um deslizamento otimizado da rótula contra a face anterior do fémur.

Existem tamanhos diferentes a medida de cada doente, de forma a corresponder às diferentes variações anatômicas.

A aplicação da prótese exige uma ressecção óssea habitual mínima de 8 a 10mm no fémur e na tíbia, sendo que a fixação da prótese ao osso, é feita através de um cimento biológico que endurece por polimerização.

É necessário diferenciar as próteses que substituem todas as superfícies articulares do joelho (Prótese total do Joelho) e as próteses uni compartimentais, que podem ser úteis quando há um desgaste limitados a um dos 2 compartimentos, de dentro ou de fora do joelho, entre o fêmur e a tíbia.

A prótese total permite "tratar" todas as formas de artrose, habitualmente em pacientes com idade superior a 60 anos. A prótese Uni compartimental, tem indicações mais estritas (artrose limitada a 1 compartimento, não ter com excesso de peso, não ter instabilidades importantes no joelho….), mas é uma prótese muito útil, visto que mantém a grande maioria do “stock” ósseo do joelho, ficando no final da cirurgia um joelho pouco mexido do ponto de vista cirúrgico, com uma recuperação muito melhor e mais acelerada.

A durabilidade da prótese total do Joelho é de 15 a 20 anos, sendo no entanto possível, no caso de falência do implante ou desgaste, trocar a prótese, que atualmente é uma intervenção com uma boa taxa de sucesso.

• Precauções pré-operatórias

Existe um risco maior de infeção da prótese se houver uma infeção dentária ou urinária, que deverá ser controlada e estabilizada antes da cirurgia. Existem ainda estudos recentes desenvolvidos nos E.U.A. que demonstraram que se o joelho for infiltrado recentemente com um derivado da Cortisona, o risco de desenvolver uma infeção também é maior. Sendo assim, é lógico, que nestas situações deve se adiar a operação alguns meses.

Na consulta pré-operatória e anestésica, são solicitados exames (analises electrocardiograma, Rx Tórax, Ecocardiograma…) e é avaliado o risco anestésico. Permitirá ainda tirar dúvidas com o doente relativamente ao tipo de anestesia, bem como a necessidade de realizar transfusões no pós-operatório.

• Hospitalização

Habitualmente o Paciente dá entrada no Hospital ou Clínica da OrtopediaJoelho, na véspera da intervenção ou 4 a 5 horas antes da Cirurgia, que irá demorar aproximadamente de 1 hora e 30 minutos. No pós-operatório, a dor é minimizada por uma anestesia loco-regional que dura 48 horas, pela aplicação local de anestésicos e pela perfusão de analgésicos. A Hospitalização dura cerca de 5 dias, havendo uma variação individual. Aplica se um dreno na cirurgia que é removido nas primeiras 48 horas. A reabilitação começa no dia após a cirurgia e é essencial para recuperar as amplitudes articulares, reaprender a andar e a subir e descer escadas. Nesta fase importante a equipa de Fisioterapeutas da OrtopediaJoelho é vital na recuperação otimizada do paciente.

• Reabilitação pós-operatória, retoma das atividades e resultado final

A reabilitação pode ser realizada num centro de fisioterapia ou de forma mais individualizada no domicílio por um fisioterapeuta da OrtopediaJoelho. A flexão do joelho deverá no fim da estabilização da evolução da recuperação atingir 120º de flexão e extensão completa – 0º. Como medida de precaução, as canadianas deverão manter se por 30 dias, apesar de termos alguns doentes que conseguem sem dores caminhar sem canadianas logo na 1ª semana após a cirurgia. A condução de automóveis é habitualmente possível após 30 dias.

Mesmo que a recuperação da flexão e que a recuperação funcional seja rápida, é muito importante ser cauteloso e não se exceder na realização de esforço excessivos, durante os primeiros 6 meses, sendo que o risco maior é a fratura (sobretudo após queda). É importante procurar um auxílio para ajudar a sentar num banco baixo e usar o corrimão nas escadas.

Entre os 3 e 6 meses pós-operatório, o estado final é geralmente é alcançado. Isso permite uma marcha ilimitada, em estradas ou caminhos não muito íngremes. A atividade física é permitida, mas deve evitar choques, agachamento. Os deportos que recomendamos são: caminhadas, natação, hidroginástica, ciclismo. Não aconselhamos desportos motorizados ou de inverno, devido ao risco de fratura.

• Complicações

Como qualquer procedimento cirúrgico, há um baixo risco de complicações. Além dos riscos comuns a qualquer cirurgia (problemas de anestesia, trombose venosa, embolia pulmonar), existem os riscos mais específicos para esta cirurgia.

No pós-operatório, o hematoma, que pode ocorrer apesar da colocação de dreno pode provocar dor e retardar a reabilitação.

A rigidez, com dificuldade para dobrar o joelho existe, em relação com fenómenos inflamatórios, desencadeados após a cirurgia.

As infeções são raras (0.5) mas representam um grave problema. Podem acontecer rapidamente após a cirurgia (infeção hospitalar), mas o risco a medio longo prazo, nunca é inteiramente nulo, pois existem infeções de prótese, secundárias a uma infeção remota (infecção urinária, dental, pulmão, etc.). A infeção pode requerer, a mudança da prótese, habitualmente em 2 tempos, com uma fase intermedia sem prótese de várias semanas, que é essencial para curar a infeção.

A OrtopediaJoelho, trabalha diariamente com padrões de qualidade, ao nível dos maiores centros mundiais ortopédicos, com base nos conceitos científicos e técnicas cirúrgicas mais atuais e avançadas. Estamos sempre disponíveis para esclarecer qualquer dúvida que tenha relativamente ao procedimento cirúrgico que vai ser submetido, se não encontrar neste nosso artigo a informação que procura, contacte nos ou procure nos num dos nossos locais de consulta. 

terça, 26 julho 2016 00:00

Osteotomia -Tibial e Femorais

OSTEOTOMIA TIBIAIS E FEMORAIS

CONCEITO BÁSICO

Nos doentes mais jovens ja com sinais de desgaste precoce de um dos compartimentos, interno ou externo, é possível corrigir o alinhamento da perna de forma ao peso ser transmitido mais pela zona externa ou interna da articulação. Resumindo se esta desgastado por dentro, o objectivo será alinhar a perna para a carga ser feita predominantemente do lado de fora, que está ainda em bom estado, e vice versa. Como se de um pneumático de um automóvel se tratasse.

INTERVENÇÃO

Este é um gesto cirúrgico que realizo mais frequentemente na tíbia (o desvio em VARO “que eu apelido de “pernas a jogador da bola” ) é o padrão mais frequente. Realizo a osteotomia com o grande objectivo de retardar a progressão da artrose do compartimento afectado, conseguindo assim protelar em 10 a 20 anos a necessidade de uma Prótese do joelho.

Em teoria num joelho saudável o vector resultante das cargas exercidas no membro inferior, será um eixo próximo de uma linha recta – 0º, distribuindo o peso do seu corpo de forma uniforme pelo compartimento interno e externo do joelho, evitando desta forma um desgaste precoce da articulação

A osteotomia permite realinhar o eixo da perna, reposicionando o vector de carga, para o compartimento saudável do joelho. A carga do peso do corpo passa a ser feita do compartimento então saudável e coloca para descansar o compartimento patológico. Uma osteotomia é nível joelho indiretamente por redistribuindo as restrições de peso do corpo.

A intervenção consiste em uma seção (osteotomia) da tíbia com vista a mudança de eixo.

 

 

COMO É O PÓS OPERATÓRIO?

São previstos 2 a 3 dias de internamento. A  sólida fixação garantida durante a cirurgia, permite uma mobilização imediata do joelho, de forma recuperar as amplitudes articulares logo após a cirurgia. A marcha é retomada logo no dia seguinte mas com o apoio obrigatório de 2 canadianas durante 6 a 8 semanas. 3 meses após a cirurgia o paciente pode levar uma vida normal . Ao 6º mês para retomar gradualmente toda a sua atividade desportiva.

RESULTADO.

Depois desta intervenção, não há nenhum limite real para as atividades física, as mesmas são realizadas de acordo com a tolerância do joelho. O resultado desta indicação permite obter um joelho com boa função entre 10 e 15 anos. Após este tempo, a realização de uma prótese total do joelho pode ser necessária.

terça, 26 julho 2016 00:00

ARTROSE E TRATAMENTO NÃO CIRURGICO

 
 
 

 

sexta, 11 março 2016 00:00

Dr. Alexandre Brandão3

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